Com capacidades de 5 a 220 kg, o balancim pneumático DRAW é usado na movimentação de peças pesadas que exigem deslocamentos leves, precisos e controlados. A linha conta com três modelos básicos em versões horizontais ou verticais, indicados conforme a faixa de carga e o tipo de aplicação industrial.
A composição do equipamento reúne tubos de aço sem costura, retificação interna, acabamento espelhado, componentes de alumínio e gaxetas de viton. Essa combinação favorece a durabilidade do conjunto, principalmente em ambientes onde a movimentação de carga acontece com frequência.
A estrutura interna bem acabada contribui para o deslocamento mais regular durante a operação. Quando o equipamento precisa lidar com peso elevado e movimentos repetidos, o comportamento mecânico deve ser previsível, sem comprometer o controle da carga.
O uso de materiais adequados também interfere na continuidade da produção. Uma solução de movimentação precisa sustentar o ritmo da operação sem exigir improvisos constantes na área de trabalho.
A linha DRAW trabalha com três grupos principais. O PV/H-40 atende cargas de 5 a 50 kg; o PV/H-63 opera entre 20 e 120 kg; e o PV/H-80 atende cargas de 80 a 220 kg. Essa divisão permite escolher o balancim pneumático conforme o peso real da peça ou ferramenta movimentada.
Na tabela de modelos, as versões PH-40 e PV-40 cobrem a primeira faixa de capacidade. Já PH-63 e PV-63 atendem cargas intermediárias, enquanto PH-80 e PV-80 ficam reservados para aplicações mais pesadas.
A seleção correta evita subdimensionamento e excesso de capacidade. Um equipamento abaixo da faixa exigida compromete o uso; um modelo muito superior ao necessário pode dificultar a adequação ao trabalho previsto.
| Modelos | Capacidade |
|---|---|
| PH - 40 | 5 a 50 Kg |
| PV - 40 | 5 a 50 Kg |
| PH - 63 | 20 a 120Kg |
| PV - 63 | 20 a 120Kg |
| PH - 80 | 80 a 220Kg |
| PV - 80 | 80 a 220Kg |
A existência de modelos horizontais e verticais amplia a adaptação do equipamento ao layout da estação. O balancim pneumático horizontal pode ser aplicado quando a movimentação exige uma configuração compatível com esse posicionamento, respeitando sempre a carga e o curso necessário.
Já a versão vertical atende situações em que o deslocamento precisa seguir outra orientação de montagem. A escolha entre PH e PV deve considerar como a peça será manipulada, onde o equipamento ficará instalado e qual será o percurso da carga durante a operação.
O balancim pneumático vertical também pode integrar sistemas com braços articulados, quando a operação pede mais alcance e liberdade de movimentação. Dessa forma, o conjunto se ajusta melhor a postos que exigem deslocamentos em diferentes direções.
A montagem em braços articulados permite movimentos nos eixos x, y e z. Isso amplia o campo de uso e facilita a movimentação de cargas em áreas nas quais a peça precisa ser deslocada com leveza e precisão.
Esse recurso ajuda a levar o equipamento além da sustentação simples. A carga passa a acompanhar o movimento necessário da atividade, reduzindo esforço manual e melhorando o controle durante o posicionamento.
Em operações com ferramentas, o balancim para ferramentas pneumáticas contribui para manter o conjunto acessível e com menor interferência do peso no manuseio. Quanto menor a resistência ao movimento, maior tende a ser a regularidade da operação.
Os comandos definem a forma de controle da carga. O servo comando simples trabalha com peso zero e permanente, indicado quando a carga precisa ficar compensada durante o uso.
O servo comando duplo, ou com liga e desliga, atua com peso zero e dispositivo de pega. Essa configuração favorece aplicações em que o contato com a peça ou ferramenta precisa ser controlado em momentos específicos.
Há também servo-comando deslizante, voltado a cargas não permanentes e variadas. Para aplicações do tipo talha, o servo-comando sobe e desce, oferecendo controle compatível com esse modo de operação.
Os Balancins Pneumáticos DRAW podem ser fornecidos com diferentes comprimentos de curso, de 0,3 a 3,0 m. Sob pedido, também podem receber cabo extra, ajustando o alcance conforme a necessidade do posto de trabalho.
Esse dado interfere diretamente no planejamento da instalação. Um curso curto pode limitar o deslocamento, enquanto um curso maior amplia o raio de atuação quando a movimentação exige mais distância entre o ponto de repouso e o ponto de aplicação.
O balancim industrial deve ser pensado junto com a área útil disponível. A definição do curso, do modelo e do comando precisa acompanhar a forma como a carga será manipulada no processo.
O curso interfere quando a peça precisa percorrer uma distância maior dentro da estação. Em trabalhos com deslocamento reduzido, uma faixa menor pode atender bem; em operações com maior alcance, a escolha do curso ganha peso na especificação.
Também há impacto na ergonomia. Se o cabo não alcança a região de trabalho, o operador tende a compensar com movimentos inadequados ou ajustes manuais que prejudicam o fluxo da atividade.
A definição do comprimento deve acompanhar o posicionamento do equipamento, a altura de instalação e o trajeto da carga. Assim, o sistema opera dentro do espaço necessário, sem limitar a função do conjunto.
Sim. As versões PH e PV aparecem com as mesmas faixas de capacidade dentro de cada modelo: 40, 63 e 80. A diferença está na configuração de montagem, não na carga informada para cada grupo.
Esse comando trabalha com peso zero permanente. Ele atende situações em que a carga precisa permanecer equilibrada durante a movimentação, sem depender de acionamentos mais complexos.
Sim. O servo comando deslizante atende cargas não permanentes e variadas, oferecendo uma alternativa quando o peso ou o tipo de manuseio muda durante a operação.
O cabo extra está relacionado ao alcance, não à faixa de carga informada para o modelo. A capacidade deve continuar respeitando a especificação do equipamento escolhido.
Atuamos com Balancins Pneumáticos DRAW em versões horizontais e verticais, com comandos adequados a diferentes formas de manuseio. Entre em contato com nossos especialistas e informe a faixa de carga, o curso necessário e o tipo de aplicação para receber uma orientação técnica mais precisa.